Uma homenagem aos comboios e aos trabalhadores dos caminhos-de-ferro. Passar para o outro lado do Marão, contornando o mesmo, numa máquina destas não seria fácil.
Por entre becos e ruelas estreitas, janelas e varandas lado a lado, ouvem-se pequenas conversas em sussurro e espreita o sol, numa nesga, entre casas.
Muitas brincadeiras tive, na minha infância, neste largo enquanto me baldava à missa dominical. É um local que gosto de regressar sempre que posso.
Tive que voltar três vezes a este local para fazer esta foto. O pôr-do-sol fica mesmo a jusante e estava sempre com demasiada luz. Esta é uma zona em recuperação patrimonial, fazendo parte da envolvência do Mosteiro de Pombeiro.
















